sábado, 15 de abril de 2017

O Centro e a Região da Lapa numa visão aérea de 1930.

E no Rio de Janeiro de 1929/1930 apresentamos duas imagens aéreas e fantásticas de nosso querido Rio Antigo. São Publicações das Revistas Careta.

Podemos visualizar os grandes Jardins da Lapa, a conhecida Praça Paris, a Avenida Rio Branco, o recem desmontado Morro do Castelo, já formando a Esplanada do Castelo, a vistosa e eleganbte Avenida Beira Mar.

Vale a pena analisar detalhadamente a foto






domingo, 9 de abril de 2017

A rua do Catete no ano de 1915.

E no Rio de Janeiro de 1915, Numa Fantástica imagem, apresentamos 

um belo flagrante da Rua do Catete. exatamente em frente ao Largo do Machado.

Vale a pena analisar detalhadamente cada flagrante registrado nessa bela imagem. 
A garagem dos bondes ficava exatamente no prédio com o relógio em sua fachada.




Esse é o nosso Rio de Janeiro Antigo. O que temos aí é a nossa CIDADE MARAVILHOSA de Sempre.

E no Rio de Janeiro de 1937, apresentamos um bonde da Linha Madureira - Irajá.

E no Rio de Janeiro de 1937, Numa Fantástica imagem de Augusto Malta, apresentamos um bonde da Linha Madureira - Irajá.

Vale a pena analisar detalhadamente cada flagrante registrado nessa bela imagem.





Esse é o nosso Rio de Janeiro Antigo. O que temos aí é a nossa CIDADE MARAVILHOSA de Sempre.

sábado, 8 de abril de 2017

A Construção do Palácio Pedro Ernesto entre 1919 e 1923.

O Palácio Pedro Ernesto, inaugurado em 1923, faz parte de um dos mais importantes conjuntos arquitetônicos da cidade do Rio de Janeiro. 

Este foi erigido no contexto da instalação e desenvolvimento histórico da Primeira República. Trata-se de prédios públicos e privados que circundam a praça Floriano Peixoto, cortada por uma artéria - Avenida Rio Branco, em parte preservados.

O Palácio Pedro Ernesto foi construído entre 1919 e 1923, sendo projetado pelo arquiteto Heitor de Mello e desenvolvido, após a sua morte, por Archimedes Memória e Francisco Couchet. 


Seu estilo arquitetônico é definido como ecletismo, pois mistura elementos das concepções dos estilos neoclássicos denominados Luís XIV e Luís XV, que também inspiraram a Ala Lescot do Louvre.

Sua inauguração ocorreu durante a gestão de Carlos Sampaio, prefeito do Distrito Federal entre 1920 e 1923. 


No mesmo período, houve o arrasamento do morro do Castelo, a continuação das obras de saneamento da Lagoa Rodrigo de Freitas e o término do alargamento do Largo da Carioca. 

O objetivo destas obras era o de conquistar novas áreas para a extensão da cidade, dando continuidade à política de urbanização iniciada na gestão Pereira Passos (1903-1906).  

Na foto podemos ver o Thetro Municipal, a Praça Floriano, parte da Avenida Rio Branco e ao fundo o Morro de Santo Antônio, arrasado nos anos 1960.  





Esse é o nosso Rio de Janeiro Antigo. O que temos aí é a nossa CIDADE MARAVILHOSA de Sempre.

E no Rio de Janeiro de 1905 apresentamos o Caes da Prainha.

E no Rio de Janeiro de 1905 apresentamos o Caes da Prainha - Atual Praça Mauá.

Falamos algumas vezes do cais e estação da Prainha, de onde partiam também as barcas para Petrópolis, Teresópolis e Friburgo. 


Finalmente encontramos uma foto, tirada pelo A. Ribeiro (acho que ele não imaginava como o trabalho dele seria importante 100 anos depois. 


É de algum momento de 1904-05 e podemos ver duas pontes cobertas na estação, algo que parece com uma gare um pouco mais atrás, o Morro da Conceição e um Corcovado, ainda sem o Cristo Redentor ao fundo.





A Praça Floriano, no Rio de Janeiro de 1914.

E no Rio de Janeiro de 1914 - ângulo inusitado e muito bonito da Praça Floriano, em cartão postal publicado na França. 

Além de detalhes da estátua homenageando o Marechal Floriano Peixoto, pode-se ver a belíssima arte original em pedras portuguesas.

Publicação da Página: Rio que foi notícia e virou história




E no Rio de Janeiro de 1912 - A embaixada norte-americana no Rio de Janeiro.

E no Rio de Janeiro de 1912 - A recém inaugurada embaixada norte-americana no Rio de Janeiro, praticamente desconhecida nos dias de hoje. 

Era um dos palacetes da arejadíssma rua Carvalho Monteiro, no Catete, desde os anos 1960 um canion de edifícios de apartamentos chamada rua Arthur Bernardes. 

A embaixada ficava a uns 6 ou 7 minutos de caminhada da sede do governo, o Palácio do Catete. 

Este prédio não foi construído para ser uma embaixada, mas adquirido pelos americanos. 

Era o palacete General Thaumaturgo. Acredito que tratava-se de Gregório Thaumaturgo de Azevedo, Engenheiro Militar a serviço da Comissão Demarcadora de Limites Brasil-Venezuela, sediado na Boa Vista do Rio Branco hoje Território de Roraima. 

Tem importante participação na demarcação e posse do Acre. Agora, imaginem que ele fez este trabalho de demarcação de fronteiras do norte e oeste da Amazônia na década de 1880...

 Foto publicada na Fon-Fon de 29 de junho de 1912.