sábado, 11 de março de 2017

Vamos recordar um pouco do Rio de Janeiro de 1920 em Vídeo.


Vamos recordar um pouco do Rio de Janeiro de 1920!

Imagens exclusivas de Noel Rosa, Ruy Barbosa, Zepelim, Hidroavião "Jahu", um dos pioneiros na travessia do Atlântico Sul. Banhistas, Carnaval de rua, Corsos de Automóveis e um sensacional Fla-Flu.

Publicação de Marcos Resende

Um dos melhores vídeos do Rio dos Anos 1920.


segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Os Imigrantes e a Hospedaria dos Imigrantes na Ilha das Flores. - Parte 2

Brava gente!
Quem nunca... se sentiu com muito sono após uma longa viagem? 
Assim que chegavam ao Brasil, os imigrantes passavam por uma 'quarentena' de oito dias na Ilha das Flores - RJ, na Hospedaria dos imigrantes (pelo menos até a abertura da Hospedaria em SP).

Isto era necessário para evitar a transmissão de doenças vindas da Europa, como descrito pelos personagens no romance Quando Meninos Viram Homens.
Era tudo muito organizado! Até para dormir...
Tudo era grandioso: cada um dos salões-dormitórios tinha pelo menos 160 camas-beliche de ferro! Às 19 h, antes de dormir, era servido um lanche e depois, cama! 
Na Hospedaria dos Imigrantes de SP, quando havia muita gente para dormir, e os quartos ficavam apertados, costumavam acontecer brigas e até motins... 
Observe a foto do início do século do dormitório da Hospedaria na Ilha das Flores.

a) As camas arrumadas, com as bagagens sob as cobertas! 

b) O assoalho trançado parece ser de tacos de madeira. 

c) As camas tem o sugestivo detalhe de um coração! Será que era um quarto feminino?
Buon pomerigio!
Para saber mais sobre o livro, clique aqui: https://goo.gl/H40TUv

Os Imigrantes e a Hospedaria dos Imigrantes na Ilha das Flores. - Parte 1

Brava gente!
Quem nunca... sentiu muita fome após uma longa viagem? 
No século 19, após uma viagem de 30 dias, os imigrantes chegavam ao Rio de Janeiro e na Hospedaria dos Imigrantes na Ilha das Flores, passavam uma quarentena de 8 dias, como descrito no romance Quando Meninos Viram Homens.

Assim, depois dos exames de saúde, cada imigrante recebe um “cartão de rancho”, com o qual podem comer na hospedaria por até oito dias!

Era assim: o pão, distribuído antes da refeição, anuncia o banquete: carne vermelha, feijão, arroz e batata. A maioria se surpreende com o pãozinho que não cheira a mofo como no navio e com o gosto da farinha de mandioca.
Comida não falta, mas os horários são rígidos: café com pão às 7h, almoço às 10h, jantar às 16h. Às 19h, antes de dormir, é servido um lanche! :-o
Foto do refeitório da hospedaria, data desconhecida, provável início de 1900... Observe:
. O homem de gravata bem ao centro, com um cesto de pão. Ele deve ser um dos responsáveis pelo refeitório. 

. Na primeira mesa, à direita, uma 'escadinha de crianças' das mais diversas idades.

. Na primeira mesa, à esquerda, há um cesto sobre a mesa. Será comida ou um berço? Palpites? 

. Nas paredes laterais, há um desenho geométrico interessante como decoração, o qual se repete até ao fundo do recinto. 

. Veja o tamanho do refeitório!
Para saber mais sobre o livro, clique aqui: https://goo.gl/H40TUv
Buon pomerigio!

Um Pouco do Canal do Mangue em 1910.

Publicado na Página Rio de Janeiro Memória&Fotos - Facebook
Canal do Mangue, no Centro / RJ - 1910
Foto de Alberto Sampaio.
"Esta avenida foi urbanizada pelo Barão de Mauá! Até ao século XIX, na área onde hoje é a Cidade Nova havia um imenso manguezal, denominado Mangue de São Diogo. 

No ano de 1835, o Governo Imperial decidiu sanear a área, planejando construindo um estreito canal a fim de receber as águas de chuva e de riachos que desaguavam no mangue.

Porém, as obras só tiveram início em 1857, quando Irineu Evangelista de Sousa, mais conhecido como Barão de Mauá, conseguiu uma concessão para construir o canal.
 As obras se iniciaram em 21 de janeiro do mesmo ano e duraram 3 anos, sendo o canal inaugurado em 7 de Setembro de 1860""
texto de 
José Baptista Sacramento.

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Um Pouco da História do Bairro São Conrado.

HISTÓRIA DOS BAIRROS CARIOCAS - SÃO CONRADO

São Conrado era um distante arrebalde, deserto, à sombra da imensa Pedra da Gávea, com sua longa praia, de acesso fechado pela mata. Desde 1767, a atual Estrada da Gávea, ainda de terra, servia de acesso à região. 

A região,espremida entre o mar e o Morro do Cochrane, pertencia à Fazenda São José da Lagoinha da Gávea, também conhecida como Morgadio de Asseca, propriedade dos herdeiros de Salvador Corrêa de Sá e Benevides, nos meados do Século XVIII. Sua sede foi comprada, em 1932, por Osvaldo Riso, se transformando na atual Villa Riso, centro de visitação com eventos culturais e exposições de artes. 
No início do século XX, o Comendador Conrado Jacob Niemeyer possuía grande fazenda na baixada e nela ergueu uma pequena igreja, em 1916, em devoção a São Conrado, origem do nome do bairro. Niemeyer também concluiu a belíssima Avenida Niemeyer - doada a Prefeitura, em 1916 – e melhorou a Estrada da Gávea, que ganhou esse nome em 1917, após incorporar parte da Rua Marquês de São Vicente. 
Em 1919, a Avenida Niemeyer seria alargada por Paulo de Frontin. Já a Estrada da Gávea, com suas curvas sinuosas, fazia o chamado “Trampolim do Diabo” e, entre 1933 e 1952, serviu às corridas automobilísticas do “Circuito da Gávea”. Em 1921, integrantes da empresa Tramway criaram o Gávea Golf & Country Club, abrangendo grande área verde e a chamada “Casa Azul”, sede de antigo engenho. 
Em 1930, surgia o primeiro loteamento do bairro, que deu origem à Rua Capuri. Nos anos 1940 e 1950, o Largo de São Conrado era bastante freqüentado e ali viria a se instalar o popular “Bar Bem”. 
Novos loteamentos surgiam, como o Jardim Gávea e o loteamento da Rua Iposeira e, em 1949, foi inaugurada a Estrada da Canoa, com seu belo mirante no Viaduto Berta Leitchic. Depois, nos anos 1980 – a época das danceterias -, as Boites Zoom e Circus passaram a atrair uma parte da juventude carioca. 
Dois fatores influenciaram profundamente o processo de ocupação do bairro: a inauguração do Túnel Dois Irmãos (atual Zuzu Angel), em 1971, e seu prolongamento, a Auto Estrada Lagoa-Barra, que transformou São Conrado em bairro de passagem. Surgiram os grandes condomínios de prédios altos, foram construídos os hotéis Nacional e Intercontinental e a orla marítima foi urbanizada. 
A ocupação de classe média alta se refletia no sofisticado Shopping São Conrado Fashion Mall (1982), em contraste com a Favela da Rocinha, cuja origem se deu na década de 1930, com barracos esparsos e lavouras. 
A partir das décadas de 1970 e 1980, a Rocinha passou a ter um expansão acelerada, se transformando em uma das maiores favelas da cidade, com comércio expressivo, serviços e mais de 2500 empresas.

No início dos anos de 1990, foi desmembrada dos bairros vizinhos, para se tornar o bairro e a XVII Região Administrativa da Rocinha. São Conrado é emoldurado pelo verde intenso das florestas do Parque Nacional da Tijuca, no Morro do Cochrane (718 metros de altitude), e pelo espetacular maciço rochoso formado pela Pedra da Gávea, com 844 metros de altitude, pela Pedra Bonita e pela Agulhinha da Gávea, todas acessíveis por trilhas. 
No Morro da Pedra Bonita, localiza- se a Rampa Maurício Klabin, a 524 m de altitude, utilizada como decolagem dos pilotos de asas-delta e parapentes, rumo a Praia do Pepino (de São Conrado).
Fonte: Armazéns de Dados da Prefeitura e Portal Geo Rio.
Imagem: Fotógrafo Marc Ferrez, Ano da foto; 1890

sábado, 19 de novembro de 2016

E no Rio de Janeiro de 1928, Dois Hoteis Modernos para famílias.

Numa publicação da Revista O Malho de 1929, portanto há, exatos 87 anos atrás, selecionamos duas imagens bastante interessantes e, acredito, ainda inéditas para os amigos.

E no Rio de Janeiro de 1928, apresentamos, um interessante reclame do Rio Cosmopolita.


Dois Hoteis Modernos para famílias ( seguindo a grafia da época )

Os Hotéis Pedro II e Palácio Hotel - Vale a pena ler todo o anúncio.






Esse é o nosso Rio de Janeiro Antigo. O que temos aí é a nossa CIDADE MARAVILHOSA de Sempre.

E no Rio de Janeiro de 1928, no Cáes do Porto, a chegado do senador da republica Sr. Arthur Bernardes.

Numa publicação da Revista O Malho de 1929, portanto há, exatos 87 anos atrás, selecionamos duas imagens bastante interessantes e, acredito, ainda inéditas para os amigos.

E no Rio de Janeiro de 1928, apresentamos, no Cáes do Porto, a chegado do ex presidente e então senador da republica Sr. Arthur Bernardes.


Um pouco mais sobre Arthur Bernardes:

Artur da Silva Bernardes (Viçosa, 8 de agosto de 1875 — Rio de Janeiro, 23 de março de 1955) foi um advogado e político brasileiro, presidente de Minas Gerais de 1918 a 1922 e presidente do Brasil entre 15 de novembro de 1922 e 15 de novembro de 1926. Seus seguidores foram chamados de "bernardistas".

Estudou no Colégio do Caraça. Formou-se na Faculdade Livre de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais, iniciou sua carreira política como vereador e presidente da Câmara Municipal de Viçosa em 1906. 

Foi deputado federal (de 1909 a 1910) e Secretário de Finanças de Minas Gerais em 1910. Foi eleito para um novo mandato de deputado federal (1915 a 1917). 

Tornou-se o líder principal do Partido Republicano Mineiro, tirando o controle do PRM dos políticos do Sul de Minas Gerais, deslocando o centro da política mineira para a Zona da Mata. 

Foi presidente do estado de Minas Gerais entre 1918 e 1922.
Artur, para sua carreira política como Presidente da República, contou com a ajuda de seu sogro, Carlos Vaz de Mello José Alves Ferreira de Melo, um poderoso fazendeiro de Viçosa. 

As terras onde foram erguidas as primeiras faculdades integrantes da UFV pertenciam ao sogro de Bernardes.
Artur da Silva Bernardes foi casado por mais de 50 anos com Clélia Vaz de Mello, filha Carlos Vaz de Mello político importante da Zona da Mata mineira, deputado e senador da república.
Ele negava sua naturalidade, pois segundo históricos ele nasceu em Cipotânea, na comunidade rural da Paciência, terra de sua mãe. 

Ele dizia ter nascido em Viçosa - MG, já que é uma cidade popular e bem desenvolvida.







Esse é o nosso Rio de Janeiro Antigo. O que temos aí é a nossa CIDADE MARAVILHOSA de Sempre.