terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Monumento a Louis Pasteur, na Faculdade de Medicina, no Rio de Janeiro de 1923.

Numa publicação da Revista O Malho de 1923, portanto há, exatos 93 anos atrás, selecionamos algumas imagens bastante interessantes e, acredito, ainda inéditas para os amigos.

E no Rio de Janeiro de 1923, apresentamos uma imagem interessante do Cotidiano Carioca.

O lançamento da Pedra Fundamental do Monumento a Louis Pasteur, na Faculdade de Medicina.





Um Pouco Mais sobre ele:

Louis Pasteur (Dole, 27 de dezembro de 1822 — Marnes-la-Coquette, 28 de setembro de 1895) foi um cientista francês.

Suas descobertas tiveram enorme importância na história da química e da medicina.

É lembrado por suas notáveis descobertas das causas e prevenções de doenças. Entre seus feitos mais notáveis pode-se citar a redução da
mortalidade e a criação da primeira vacina contra a raiva (antirrábica).

Seus experimentos deram fundamento para a teoria microbiológica da doença. Foi mais conhecido do público em geral por inventar um
método para impedir que leite e vinho causem doenças, um processo que veio a ser chamado pasteurização.

Ele é considerado um dos três principais fundadores da microbiologia, juntamente com Ferdinand Cohn e Robert Koch.

Pasteur também fez muitas descobertas no campo da química, principalmente a base molecular para a assimetria de certos cristais.

Seu corpo está enterrado sob o Instituto Pasteur em Paris, em um mausoléu decorado por mosaicos em estilo bizantino que lembram
suas realizações.


Esse é o nosso Rio de Janeiro Antigo. O que temos aí é a nossa CIDADE MARAVILHOSA de Sempre.

Aspecto da Rua Grajahu no Rio de Janeiro de 1923.

Numa publicação da Revista O Malho de 1923, portanto há, exatos 93 anos atrás, selecionamos algumas imagens bastante interessantes e, acredito, ainda inéditas para os amigos.

E no Rio de Janeiro de 1923, apresentamos alguns momentos do Cotidiano Carioca.

Aspecto da Rua Grajahu, no Bairro de mesmo nome na Zona Norte do Rio de Janeiro.



Esse é o nosso Rio de Janeiro Antigo. O que temos aí é a nossa CIDADE MARAVILHOSA de Sempre.

A Casa de Campo de Irineu Marinho, no Rio de Janeiro de 1923

Numa publicação da Revista O Malho de 1923, portanto há, exatos 93 anos atrás, selecionamos algumas imagens bastante interessantes e, acredito, ainda inéditas para os amigos.

E no Rio de Janeiro de 1923, apresentamos A Casa de Campo de Irineu Marinho.







Um Pouco Mais sobre ele:



Irineu Marinho Coelho de Barros (Niterói, 19 de julho de 1876 — Rio de Janeiro, 21 de agosto de 1925) foi um jornalista brasileiro.

Filho de João Marinho Coelho de Barros, contador e empreiteiro de obras, e de Edviges de Sousa Barros, neto paterno de José Marinho da Silva Macedo e Cláudia Genebres e materno de Domingos Marinho da Silva e Maria Luíza Coelho.

Desde cedo, demonstrou ser um aluno aplicado. Em 1891 ingressou no colégio de William Cunditt (Liceu Popular de Niterói) onde fundou o Grêmio Literário Sílvio Romero e os jornais A Pena e O Ensaio. 


No ano seguinte transferiu-se para o Liceu de Humanidades de Niterói anteriormente denominado (Liceu Popular de Niterói) e iniciou colaboração regular no jornal O Fluminense.

Após a Revolta da Armada (1893-1894), foi morar no Rio de Janeiro e conseguiu emprego no Diário de Notícias (de Rui Barbosa) como revisor. Passou por todas as funções, desde repórter até diretor. Trabalhou por um tempo também no jornal A Tribuna.

Em 1903, casou-se com a filha de italianos Francisca Pisani, a Dona Chica, e tiveram seis filhos: Roberto, Heloísa, Ricardo, Hilda, Helena (que faleceu no primeiro ano de vida) e Rogério. 


Trabalhava duramente para sustentar e educar seus filhos com jornadas de até quinze horas diárias. Trabalhava no prestigiado jornal A Notícia e tinha como colegas Arthur Azevedo e Olavo Bilac.

Em seu estilo editorial incluem-se a defesa das causas nacionais, a crítica ao coronelismo e aos grandes trustes internacionais – como Lumber Corporation e Brasil Railway Co., estabelecidas no país.

Em 18 de julho de 1911 é fundado A Noite, primeiro vespertino do Rio de Janeiro, do qual era um dos acionistas, e cuja quota de 25 contos de réis seria, segundo algumas histórias, proveniente de empréstimos feitos por amigos. 


Em 1913, seus desafetos da Brasil Railway Co. conseguem infiltrar um representante na sociedade – Geraldo Rocha.

Na revolta tenentista de 5 de julho de 1922 se posicionou favorável às ideias que culminaram no levante. Em consequência disso acabou sendo preso por quatro meses.

Em 1924 viaja à Europa com a família e aproveita para conhecer novas técnicas e equipamentos gráficos mais aperfeiçoados. Neste ínterim, no Brasil, Geraldo Rocha convoca a assembleia de acionistas e aumenta o capital do jornal, restando com Irineu a condição de acionista minoritário, o que acabou por expurgá-lo da empresa que ajudou a construir.

Em 1925 funda seu próprio veículo de comunicação, o jornal O Globo e o primeiro número circula em 29 de julho daquele ano.

Menos de um mês depois de inauguração, no banheiro de casa, sofre um ataque cardíaco que o mata. Seu filho mais velho, Roberto, ainda que relutante e se sentindo despreparado para a incumbência, assume o jornal quando o colaborador que substitui seu pai, também vem a falecer 



Esse é o nosso Rio de Janeiro Antigo. O que temos aí é a nossa CIDADE MARAVILHOSA de Sempre.

O primeiro Anniversario da Menina Vera Maria, no Rio de Janeiro de 1923.

Numa publicação da Revista O Malho de 1923, portanto há, exatos 93 anos atrás, selecionamos algumas imagens bastante interessantes e, acredito, ainda inéditas para os amigos.

E no Rio de Janeiro de 1923, apresentamos o primeiro Anniversario da Menina Vera Maria, filha do Almirante Velho.


  Esse é o nosso Rio de Janeiro Antigo. O que temos aí é a nossa CIDADE MARAVILHOSA de Sempre.

Rio de Janeiro de 1923, o Tenor Brasileiro Camargo da Ópera Comica de Paris.

Numa publicação da Revista O Malho de 1923, portanto há, exatos 93 anos atrás, selecionamos algumas imagens bastante interessantes e, acredito, ainda inéditas para os amigos.

E no Rio de Janeiro de 1923, apresentamos o Tenor Brasileiro Camargo da Ópera Comica de Paris.
 


Esse é o nosso Rio de Janeiro Antigo. O que temos aí é a nossa CIDADE MARAVILHOSA de Sempre.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

E no Rio de 1920, O grande Baile a Fantasia da Colonia Inglesa no Rio de Janeiro.

Numa publicação da Revista CARETA de 1920, portanto há, exatos 93 anos atrás, selecionamos algumas imagens bastante interessantes e, acredito, ainda inéditas para os amigos.

E no Rio de Janeiro de 1920, apresentamos O grande Baile a fantasia da Colonia Inglesa no Rio de Janeiro.




Esse é o nosso Rio de Janeiro Antigo. O que temos aí é a nossa CIDADE MARAVILHOSA de Sempre.

sábado, 2 de janeiro de 2016

Rio de Janeiro de 1910, no Palácio Monroe, a recepção ao senador Francisco de Sá.

Numa publicação da Revista FON FON de 1910, portanto há, exatos 106 anos atrás, selecionamos algumas imagens bastante interessantes e, acredito, ainda inéditas para os amigos.

E no Rio de Janeiro de 1910, apresentamos no Palácio Monroe, a recepção ao senador Francisco de Sá.

Um Pouco Mais sobre ele:

Francisco Sá (Brejo de Santo André, 14 de setembro de 1862 — 23 de abril de 1936) foi um engenheiro, jornalista e político brasileiro.

Foi deputado provincial, ministro de Viação e Obras Públicas dos governos Nilo Peçanha e Artur Bernardes e da Agricultura, Indústria e Comércio de Nilo Peçanha. Foi deputado geral, deputado federal e senador de 1906 a 1927.

Filho de Francisco José de Sá filho (Brejo de Santo André, 10 de abril de 1832 - 1868) e de Agustinha Josefina Vieira Machado dos Santos Sá. 


Seu pai era filho do Coronel Francisco José de Sá (2 de dezembro de 1802 -1894) e de Jacintha Francisca Veloso de Sá (1811 - 1878). 

Sua mãe era filha de Josefino Vieira Machado, Barão de Guaicuí (1812 - 1879) e Maria Silvana dos Santos. 

Casou-se com Olga Nogueira Pinto Accioli, filha de Antônio Pinto Nogueira Accioli.








Esse é o nosso Rio de Janeiro Antigo. O que temos aí é a nossa CIDADE MARAVILHOSA de Sempre.