segunda-feira, 13 de julho de 2015

Grupo dos Pierrots do Club Tenentes do Diabo em 1912.

Numa publicação da Revista Fon Fon de 1912, portanto há, exatos 103 anos atrás, deslumbramos duas imagens bastante interessantes e ainda inéditas para mim.

E no Rio de Janeiro de 1912, apresentamos o Grupo dos Pierrots do Club Tenentes do Diabo

E a gente pensando que só nossos escolas de sambas tivessem feijoada ...

Esse é o Rio de Janeiro Antigo. Essa é a nossa Cidade Maravilhosa de Sempre.



quinta-feira, 9 de julho de 2015

Centenário do General Osório pela Revista Fon Fon de 1908.

Numa publicação da Revista Fon Fon de 1908, portanto há, exatos 107 anos atrás, deslumbramos uma imagem bastante interessante e ainda inédita para mim.

E no Rio de Janeiro em Janeiro de 1908, temos na Praça XV de Novembro as comemorações do centenário do General Osório.

O detalhe interessante é a presença do saudoso Morro do Castelo ao fundo da imagem, e salvo engano, as torres da igreja de São José.



 Saiba um pouco mais ==> 

A estátua equestre do General Osório localiza-se na Praça 15 de Novembro, no centro histórico da cidade do Rio de Janeiro, no estado do Rio de Janeiro.

Obra do escultor mexicano radicado no Brasil, Rodolfo Bernardelli, foi fundida em 1884 com o bronze de canhões tomados na Campanha da Tríplice Aliança para homenagear o herói do referido conflito bélico, apelidado de "glória do Exército brasileiro". 

Na coluna do pedestal, na parte dianteira, lê-se a inscrição: "A Osório o Povo 1884".
Destacam-se, na obra, os dois relevos nas laterais, em bronze, representando cenas de batalha.

Em 21 de julho de 1892, os restos mortais do Marechal Osório foram transferidos da Igreja de Santa Cruz dos Militares para a cripta construída sob sua estátua equestre e lá permaneceram até 1º de dezembro de 1993, quando deu-se início ao solene translado do seu corpo para o jazigo no interior do Parque Histórico Marechal Manuel Luis Osório, no Município de Tramandaí (RS).

Esse é o Rio de Janeiro Antigo. Essa é a nossa Cidade Maravilhosa de Sempre.

sábado, 4 de julho de 2015

O Humor com a falta d'água nos morros cariocas de 1907.


Numa publicação da Revista O Malho de 1907 , portanto há, exatos 108 anos atrás, deslumbramos uma charge bastante interessante.

Ela nos mostra de forma bastante humorada a falta d'água nos morros da cidade do Rio de Janeiro de 1907.

Veja a imagem e leia a sua legenda que foi transcrita em sua ortografia original.



Vozes: Ora, graças, que sempre appareceu um pingo dagua! Desde hontem, não viamos esta joia...

O Menino:  — Ué, gentes !... Que é aquillo, dependurado naquella historia amarela ?

A Mãi:  Aquilo é agua... Pois tu não sabias ? Ah ! é verdade : nasceste e foste criado lá no morro, nunca viste agua por lá...

Olha, meu filho, aquilo é um pedacinho do mar que tu vés lá de cima, mas... sem sal !


Recordar é Viver e se Emocionar...

Esse é o Rio de Janeiro Antigo. Essa é a nossa Cidade Maravilhosa de Sempre.

quarta-feira, 1 de julho de 2015

O Ameno Rezedá e a Flor do Abacate no Carnaval Carioca de 1920.

Numa publicação da Revista O Malho de 1920, portanto há, exatos 95 anos atrás, deslumbramos duas imagens bastante interessantes.

E no Rio de Janeiro de 1920, temos dois bailes carnavalescos de dois famosos clubes carnavalescos - O Ameno Rezedá e a Flor do Abacate.

O nosso carnaval deve muito a cada um deles.

Recordar é Viver e se Emocionar...

Esse é o Rio de Janeiro Antigo. Essa é a nossa Cidade Maravilhosa de Sempre.



Uma bela homenagem à Princesa Isabel em 1930 pelo Jornal A Noite.

Numa publicação do Suplemento Ilustrado do Jornal Carioca A Noite de Maio de 1930, portanto há, exatos 85 anos atrás, deslumbramos uma imagem singela e bastante interessante.

Estamos em 1930 e temos a capa do Suplemento Ilustrado do Jornal Carioca A Noite com uma bela homenagem à Princesa Isabel com uma foto muito pouco divulgada.

Recordar é Viver e se Emocionar...

Esse não é o Rio de Janeiro Antigo. Esse é a nosso BRASIL Maravilhoso de Sempre.


Rio de Janeiro de 1919 - Bodas de Prata dos Engenheiros de 1894.

Numa publicação da Revista O Malho de 1920, portanto há, exatos 95 anos atrás, deslumbramos uma imagem bastante interessante.

E no Rio de Janeiro de 1920, temos o reencontro dos formandos em Engenharia do ano de 1894.

O encontro foi realizado em 1919 comemorando as Bodas de Prata dos Engenheiros de 1894.

Recordar é Viver e se Emocionar e a Revista O Malho em 1920 já sentia a mesma coisa.

Esse é o Rio de Janeiro Antigo. Essa é a nossa Cidade Maravilhosa de Sempre.


Os Fidalgos de Madureira e os Democráticos de Madureira - Carnaval Carioca de 1920.

Numa publicação da Revista O Malho de 1920, portanto há, exatos 95 anos atrás, deslumbramos duas imagens bastante interessantes.

E no Rio de Janeiro de 1920, antes do aparecimentos das grandes Escolas de Samba Portela e Império Serrano apresentamos dois clubes carnavalescos que fizeram a folia no bairro carioca de Madureira.

Os Fidalgos de Madureira e os Democráticos de Madureira.

Recordar é Viver e se Emocionar e a Revista O Malho em 1920 nos propicia esse passeio pela folia carioca.

Esse é o Rio de Janeiro Antigo. Essa é a nossa Cidade Maravilhosa de Sempre.